

Sobre
MINHA BIOGRAFIA
Natural de Salvador - BA e desde sempre apaixonada por música, ela iniciou sua vida musical no final de 2008, em um projeto social, Grupo Cultural Bagunçaço, em seu bairro, Vila Ruy Barbosa. Começou tocando piano e logo depois se encantou pelo saxofone, foi amor à segunda vista já que tinha escolhido flauta transversal primeiro, mas não se adaptou bem ao instrumento. Fez intercâmbios internacionais culturais quando era participante do projeto e conheceu pessoas muito importantes, como a Rainha Silvia da Suécia. A percussão veio de berço, filha de músico percussionista, ela cresceu ouvindo seu pai tocar e instintivamente se sentiu confortável em fazer um som percussivo. E juntando todas as essas influências, que variam do axé ao blues, ela vem desenvolvendo cada vez mais seu próprio estilo e expressão musical.
Sempre tentando deixar sua marca em cada projeto que participa. Atualmente ela é formada em Produção Fonográfica na FATEC-Tatuí e o 6º semestre em Saxofone MPB/Jazz, no Conservatório também em Tatuí.
Formação
O QUE APRENDI
2008 - 2015
Grupo Cultural Bagunçaço
Saxofone e Percussão (Salvador - BA)
Mais em: https://baguncaco.wordpress.com/



2012 - 2017
Cia. Opaxôro da APAE Salvador
Saxofone e Percussão (Salvador - BA)
Mais em: http://www.apaesalvador.org.br/
2018 - Atual
Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos Tatuí
Saxofone MPB/Jazz (Tatuí - SP)




2019 - 2021
Fatec Tatuí - Prof. Wilson Roberto Ribeiro de Camargo
Produção Fonográfica - (Tatuí - SP)
Mais em:https://www.fatectatui.edu.br/site2/graduacao2.php
Experiência
ONDE JÁ TRABALHEI
Produção Musical
Set. 2008–2015

Banda Bagunçaço
Aqui foi onde iniciei a minha vida musical no ano de 2008, comecei tocando piano, depois passei para flauta transversal e me apaixonei mesmo por saxofone e percussão. Dentro da ONG criei uma banda com meus primos chamada D’Assis que trazia a mistura de instrumentos recicláveis com os instrumentos de sopro que alguns de nós tocávamos. No ano de 2011 me tornei líder da banda principal do Bagunçaço que fazia muitas apresentações externas e diversos lugares da Bahia e fora dela também, ficava responsável pelos arranjos e ensaios. Além de assumir a posição de maestrina nos shows.
Social
Aos meus 16 anos me tornei instrutora, e ficava responsável por coordenar os ensaios das bandas que lá ainda existia. Passava o que aprendi na instituição ao longo dos anos para os mais novos, dando oficinas de percussão e violão.
Intercâmbio
Tive a oportunidade de fazer dois intercâmbios culturais internacionais, no primeiro ficamos pouco mais de um mês e meio percorrendo escolas públicas na Suécia oferecendo oficinas de percussão brasileira para crianças e adolescentes e os ensinando a confeccionar os seus próprios instrumentos recicláveis.O segundo, em 2011, fomos nos apresentar em um prêmio oferecido pela monarquia sueca chamado: The World Children Prize for the Rights of the Children. Ficamos hospedados no terreno do castelo e também fizemos algumas oficinas com as outras crianças que lá estavam participando do prêmio. Eu era a saxofonista, percussionista, líder e maestrina do grupo na época.




Mar. 2012–2017
Banda Opaxôro
Entrei para a Cia. no ano de 2012 para fazer a participação em um projeto que estava acontecendo. E de lá só sai quando fui embora de Salvador, tive a oportunidade de fazer shows por toda a Bahia com os projetos:”Opaxôro: Orquestra de Atabaques” e outro projeto chamado ”Contando Histórias”, como saxofonista. Participei também da gravação do DVD em comemoração ao centenário do Luiz Gonzaga, Danado de Bom, com artistas renomados do Axé Music. O processo de gravação foi todo feito no estúdio do Durval Lelys, um dos grandes estúdios de Salvador.


Social
Em 2013 me candidatei a fazer serviço voluntario na Apae Salvador, no CEFAP, onde aconteciam os projetos artísticos da Cia Opaxoro e fui instrutora musical por 4 anos, substituía as vezes o professor de música quando era necessário por atividades externas, porem estava mais como apoio e integrante da banda também.




Set. 2019 - Atual
Banda OTITO
Otito é um projeto idealizado por Paulo Pfutzenreuter e que estende suas produções com outros músicos e artistas colaboradores. Em Julho/17, Otito lançou o primeiro trabalho. Um “ep”, intitulado Otito, produzido e gravado por Paulo Pfutzenreuter. Esse trabalho debuto foi apresentado em formato Trio, na Casa Arte Ana Frida (Criciúma/SC) com parcerias da Volo Produções, Calamar Sounds e Saint Beer. Posteriormente, a faixa “Outro Tempo”, do disco, foi premiada no Festival da Canção, realizado pela UFSC (Florianópolis/SC), também em 2017.
Recentemente, Otito lançou seu segundo disco, intitulado Longe De Casa (Junho/20), contendo 10 faixas autorais, produzidas e gravadas por Paulo Pfutzenreuter, além de conter participações especiais em arranjos de vozes e metais (trompete e trombone). A faixa que leva o nome do disco, Longe De Casa, foi premiada por melhor canção no FEMUSC (Santa Cruz do Rio Pardo/SP).
Otito é formado por com Paulo Pfutzenreuter (Voz/Guitarra/Violão); Mariana Lizardo (Voz/Percussão); Hugo Baccili (Guitarra); Carlos Rafael (Bateria/Voz); Daniel Santos (Trompete); Andresa Rassis (Saxofone) e Elton Soares (Baixo).
ÁLBUM - LONGE DE CASA

Set. 2019 - Atual
Grupo Terra Livre
O Grupo Terra Livre, idealizado por Anita Lino (linguista, antropóloga e musicista), nasceu na FATEC de Tatuí, congregando estudantes do Curso Superior Tecnológico em Produção Fonográfica e alunos do Conservatório Musical de Tatuí. Trata-se de um coletivo de arte-militância, anti-colonial e anti-imperialista, que reúne poesias e cantos de composição autoral, que procuram cantar a natureza, a terra, e todos os povos da terra (povos ameríndios, quilombolas, camponeses – com suas cosmovisões, seus cantos de celebração, seus cantos e discursos de resistência e luta), embalados por instrumentos provenientes de diferentes tradições (tambores e flautas indígenas, andinos, chacareros, de matriz africana, irlandeses, indianos, árabes; violino; acordeon; charango; guitarra elétrica; violão; saxofone; e muito mais), e por ritmos inspirados na tradição popular e na cultura latino-americana como um todo.
ÁLBUM - CANTOS DE TERRA
Seu conceito fundante trabalha na via das sinestesias, inspirando-se em literaturas de base antropológica, etnomusicológica, etnolinguística, estando bastante ligado ao trabalho que Anita Lino (2019) paralelamente leva em seu curso de Doutorado em Antropologia Social, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional do Rio de Janeiro / UFRJ. Diante disso, as composições seguem a seguinte linha cosmopolítica:
"Se pensarmos toda a vida humana no planeta, sempre estivemos diante da prática da troca de alimentos e da troca de sons. Os sons embalam toda a arte da mastigação, e nossos próprios organismos liberam seus ruídos durante o movimento da digestão.
Ao redor de uma fogueira, as conversas musicalizam todo o espaço, enquanto a bebida e a comida se transformam em energia. A voz surge como efeito daquilo que se ingeriu, e a terra (que gesta tudo aquilo que foi ingerido), portanto, vem a ser a matéria do som em sua primeira instância." (Lino, 2018)
Tarefa bastante estranha sempre foi definir o gênero das músicas tocadas pelo Grupo Terra Livre: “Ethnofusion”, “música experimental”, “música tribal”, “etnopsicodelia”, sob inspiração e afinidade com o Slow Music Movement (…). Mas, foi Felipe Strozi , o violinista do Grupo, quem trouxe uma definição bastante interessante: “Misturança (psicodélica) latino-americana”.
Anita Lino (letra, composição, voz, violão, percussão – djembê, berimbau, chocalhos)
Andresa Rassis – (saxofone, percussão – djembê, bumbo leguero, congas, chocalhos)
Felipe Strozi (voz, violino, violoncelo, percussão – chocalhos)
Lucas Antônio (guitarra elétrica).






Produção Executiva
Jan. 2021 - Jan. 2022
Gravadora Experimental
A Gravadora Experimental da FATEC-Tatuí é um projeto que procura abrigar projetos fonográficos, promovendo a colaboração pedagógica entre artistas e produtores fonográficos.
Atuo na Gravadora Experimental como estagiária de Produção Executiva onde coordeno ações que sejam necessárias para a execução das gravações dentro do estúdio da Fatec- Tatuí. Fazendo a pré-produção com a organização de planilhas, logísticas, agenda e delegações de funções, registro nas organizações de composição, a produção que é o acompanhamento das realizações das decisões tomadas na pré-produção. E na pós-produção como auxiliar nos registros dos fonogramas nas organizações e nas empresas de distribuição de fonograma.

Jacque Falcheti e o Retrato Brasileiro
Estreia do projeto Facetas de Noel Rosa! Temporada de shows on-line com Jacque Falcheti e Retrato Brasileiro apresentando em cada show uma faceta de Noel através de suas canções. A primeira traz Noel e a Filosofia com canções como Onde está a honestidade, Filosofia, Silêncio de um minuto, Positivismo, entre outras. Viva Noel! A live foi gravada nos estúdios da Fatec de Tatuí pela gravadora Experimental e seguindo todos os protocolos de segurança.
Ficha Técnica:
Jacque Falcheti - voz, percussão, produção geral
Retrato Brasileiro
Guilherme Saka - guitarra, coro, produção geral
Gabriel Peregrino - vibrafone, coro
Théo Fraga - baixo acústico, coro
Colaborações
ONDE JÁ PARTICIPEI














